Memórias dissonantes de paisagens arrítmicas
“These Musgos bring from the marriage of bass and drums a fusion of post-prog-rock-punk-experimental jazz where they explore metaphysical experiences of singular, unique and rare creation; dissonant and arrhythmic rhythms are the key to the way they express themselves.Bands like Primus and Morphine have the bass as their main instrument, the same happens with Musgos, whose exploration goes beyond the physics of the instrument. Tiago Margaça is the one who gives it rhythm and groove. He lived in Berlin, is a bassist and visual artist.”
Priscilla Fontoura - Acordes de quinta
“Estes Musgos trazem do casamento do baixo e bateria uma fusão de post-prog-rock-punk-jazz experimental onde exploram experiências metafísicas da criação singular, única e rara; ritmos dissonantes e arrítmicos são a chave para a maneira de se expressarem.Bandas como Primus e Morphine têm o baixo como instrumento principal, o mesmo acontece com Musgos, cuja exploração vai além da física do instrumento. Tiago Margaça é quem lhe dá ritmo e groove. Viveu em Berlim, é baixista e artista plástico.”
Priscilla Fontoura -Acordes de quinta
Musgos would have been more than enough to win the night! With over twenty years of history, multiple formations and different places of shelter, Tiago Margaça's band brings us one of the most stimulating proposals for polyamory between musical genres that I have heard in recent times. Memórias Dissonantes de Paisagens Arrítmicas, from 2022, is a delight that took me too long to discover, but that I have been making up for with continuous listenings since then.
Reincarnated as the bass and drums duo, Musgos sublimely fused touches of jazz, post-rock and prog in a mesmerizing sonic canvas to which they also contributed video projections.
Rui Gato - Altamont
Musgos teria sido mais do que suficiente para ganhar a noite! Com mais de vinte anos de história, múltiplas formações e diferentes pontos de abrigo, a banda de Tiago Margaça traz-nos uma das propostas mais estimulantes de poliamor entre géneros musicais que tenho ouvido nestes últimos tempos. Memórias Dissonantes de Paisagens Arrítmicas, de 2022, é uma delícia que demorei tempo demais a descobrir, mas que tenho andado a compensar com audições contínuas desde então.
Reencarnados na dupla baixo e bateria, os Musgos fundiram de forma sublime pinceladas jazz, post-rock e prog numa tela sónica hipnotizante para a qual contribuíram ainda projeções de vídeo
Rui Gato -Altamont